segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Fechado para balanço!


To saindo por tempo indeterminado do Orkut e do blog. Preciso de um tempo para renovar forças, rever alguns conceitos e realizar algumas leituras que não podem mais ser adiadas.

Não existem “motivos ocultos” que estejam me afastando de minhas atividades na internet. É somente isso mesmo. Não to doente, nem vou para cadeia, não to fugindo de feminazis. Apenas preciso de um tempo comigo e minhas questões.

Não sei quando voltarei. Pode ser daqui um mês, seis meses, um ano. Ficarei fora o tempo que achar necessário, de modo que minhas atividades aqui não prejudiquem minhas atividades lá fora (acadêmicas e profissionais).

Já faz tempo que pretendia me afastar para avaliar o que já foi postado neste blog e ver o que precisa ser feito para melhorá-lo. Gostaria de tratar de alguns assuntos, mas preciso de tempo para pesquisar e organizar melhor os dados antes de publicá-los. Adquiri muitos livros e outros eu baixei; agora preciso lê-los e me atualizar frente ao que vem sendo discutindo hoje.

Agradeço a todos aqueles que acompanharam e comentaram em meu blog por todo este tempo, por isso mesmo me sinto na obrigação de dar alguma satisfação antes de sair de “férias”. Peço desculpas aos comentários que ficaram sem respostas, mas saibam que eu sempre leio TODOS.

Quem quiser entrar em contato comigo, é só enviar um e-mail (lobo_blog@yahoo.com.br). Posso demorar um pouco, mas prometo responder a todos.

Obrigado.

Lobo Sagrado

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Os três tipos de feministas.

Ao longo destes últimos anos, debati com inúmeras feministas e também acompanhei inúmeras discussões em suas comunidades, blogs e outros tipos de mídias. Comecei a reparar no modo como cada uma se expressava e percebi um certo “padrão” no modo das feministas serem e agirem. Vou expor aqui três tipos básicos de feministas. É apenas um “rascunho”, baseado mais em observações do que estudos, propriamente dizendo. Aceito colaborações.

Percebi que feministas podem ser divididas em três tipos : intelectual, pseudointelectual e estúpida.

A intelectual é aquela que geralmente tem curso superior. Leu muitos livros, conhece bem o Feminismo, tem alguns trabalhos acadêmicos sobre o assunto. Num debate, usa longos e enfadonhos discursos com termos técnicos na tentativa de fazer seu adversário não entender nada e passar por ignorante. São raras na Natureza e tive poucos contatos com esta espécime.

A pseudointelectual é aquela que tem algum conhecimento, mas tudo muito superficial. Ela tenta parecer superior em suas argumentações, dizendo que você deve ler este ou aquele livro, sem ao menos dizer porque ou citando algum trecho do texto (tanto do nosso quanto do livro citado) para analisar. Ela usa frases de intelectuais (feministas ou não) famosos de maneira equivocada, fora de contexto para mostrar que domina algum assunto. Diz que você precisa estudar mais História, Sociologia e Antropologia na tentativa de te desqualificar; porém a mesma não diz em que parte da tal ciência está a resposta para o nosso erro, já que a própria pseudointelectual não saber dizer onde. Um exemplo equivalente seria eu entrar num site católico e dizer que o autor dos textos não sabe nada e que ele deveria estudar mais Filosofia e Teologia, sem ao menos fazer uma mínina análise sobre os textos postados e indicando um autor que refutasse tais argumentos. Existem muitas dessas. De vez em quando, sou visitado por estes seres em meu humilde blog.

A estúpida subdivide-se em dois tipos: ignorante e burra.

Ambos os tipos pouco ou nada sabem sobre Feminismo. Suas “reivindicações” são superficiais e as mesmas não são reconhecidas como feministas pelas intelectuais e pseudointelectuais. A feminista ignorante é aquela que pouco ou nada sabe sobre Feminismo, assim como domina pouco qualquer outro assunto mais sério. É um grupo formado, geralmente, por adolescentes de classe média. Meninas extremamente fúteis, mimadas, que pagam de revoltadinhas contra o sistema só pra chamar a atenção da família. Suas principais reivindicações são: beijar “muuuuuiiiito” na balada e não ser chamada de vadia, andar vestida feito prostituta e não receber cantada de pedreiro, poder falar muitos palavrões, não ajudar a mãe nos serviços domésticos, ver pornografia na internet; porém, as mesmas se recusam a dividir contas com o namorado (“Gosto de homem cavalheiro”), acha que seu namorado deve realizar todos os seus desejos porque ela é mulher, e acha que ser feminina é andar vestida de maneira vulgar.

A feminista estúpida do tipo burra não difere muito do tipo acima, porém essa é, como o próprio nome diz, “intelectualmente desfavorecida”, “portadora de baixo Q.I.”, “excepcional”, “especial”, “retardada”. O problema não é a falta de estudo, é a falta congênita de inteligência. É a de estreiteza mental incurável. Seu nível de logicidade é inversamente proporcional ao seu nível de inteligência. É tão burra quanto se acha esperta e é igual às feministas de todos os outros tipos no nível de arrogância, egoísmo e egocentrismo. Feministas estúpidas são as mais abundantes na Natureza e estão completamente fora do risco de extinção, pois ainda não aprovaram a lei que permite o aborto de anencéfalos.

Uma coisa interessante no discurso feminista é forma como se expressam. Os palavrões e expressões obscenas e de ordem escatológicas são mais freqüentes nas feministas idiotizadas. Quanto mais estúpida, mais suja é a sua linguagem. Quanto mais estúpida, maior é a repetição da palavra MACHISMO em seus discursos.

A palavra MACHISMO é usada de maneira muito genérica e pode apresentar os mais diversos significados, sendo muitos deles contraditórios entre si. A feminista intelectual conhece inúmeros termos específicos que acabam substituindo a palavra machismo em boa parte das vezes.

Um bom exemplo de feminista burra é aquela mulher de certa idade que, mesmo após anos e anos de convivência com feministas e leitura no assunto, não consegue escrever nada além de “machismo deveria ser criminalizado, assim como é o racismo” a cada postagem que faz. Mais parece um papagaio do que um ser com o telencéfalo altamente desenvolvido e o polegar opositor.

O que todas tem em comum? Arrogância extrema; megalomania; egocentrismo; e total falta de empatia com o sexo masculino.

São arrogantes por se acharem as donas da verdade. Seu conhecimento é derradeiro e seus mestres os mais iluminados. Se veem como representantes de todas as mulheres do mundo e se acham no direito de ditar as regras de como estas irão viver. Não se contentando em ditar regras às mulheres, querem que os homens “desconstruam” sua masculinidade e se adaptem ao seu estilo de vida. Qualquer um que não aceita estas imposições é visto como traidora (mulheres) e misógino (homem que odeia mulheres). Acreditam piamente que costumes de 5 mil anos devem ser abolidos do dia para a noite porque elas concluíram que isso não era bom para as mulheres e para todo o resto da Humanidade. Querem provar coisas de ordem biológica estudando apenas história e sociologia.

A megalomania é comum a muitas delas. Cada feminista se acha a ‘última bolacha do pacote”, acredita que seu modelo de feminista é o modelo correto. As que se dizem feministas e não são como ela são chamadas de “femistas”. São responsáveis pela invenção do método científico do EUPIRISMO que é a comprovação de estudos científicos baseados em suas próprias experiências. Exemplos.

Você diz :“Feministas são a favor do aborto”.

Feminista: “Quem disse que feministas são a favor do aborto? Eu sou contra.”

1 X 0 para a feminista.

Você: “Feministas querem direitos iguais, mas não abrem mão de se aposentar mais cedo.”

Feminista: “Você está equivocado sobre o feminismo. Eu acho que a lei deve ser igual para os dois.”

2 X 0 para a feminista

Você: “Feministas são contra o casamento tradicional”

Feminista: “Eu sou muito bem casada. Falou besteira de novo!”

3 X 0 para feminista. Perfect!

Chega a ser engraçado o modo como uma feminista tenta desqualificar a outra, chamando-a de “femista” (pseudofeminista). Até por isso digo que são por demais egocêntricas e se acham o centro do Universo. Não é só um sentimento de grupo, mas individual. Não basta apenas serem representantes de todas as mulheres do mundo, mas cada feminista se acha representante do próprio feminismo.

Com tanta soberba não sobra espaço algum para entender como os outros se sentem. Acham que toda mulher só será feliz quando for como elas e desprezam as mulheres que fazem planos diferentes para suas vidas. Quanto ao homem, a falta de empatia é ainda maior.

É incrível a incapacidade de quase todas as feministas em compreender os sentimentos de um homem. Para cobrar dos homens entendimento e compreensão dos sentimentos femininos, isso nos é imposto. O contrário não ocorre; pelo contrário, feministas ostentam o orgulho de desprezar qualquer problema ou frustração masculina. As mulheres hoje, muitas influenciadas pelo feminismo, ridicularizam seus homens quando estes apresentam algum problema ou queixa. As feminazis costumam usar termos como “machinhos frustrados” e resumem qualquer problema do homem em “mimimi”.

É aí que entra o uso banalizado do termo MACHISMO. Feministas alegam que homens não tem do que reclamar, já que eles nunca foram oprimidos durante a História da Humanidade. Argumento fraco, prontamente rebatido com alguns bons exemplos sobre homens enfrentando guerras e sendo feitos de escravos. Não se dando por vencidas, as feminazis jogam essa de “machismo” pra dizer que tudo o que sofremos é culpa “nossa” (elas levam bem ao pé da letra a expressão hobbesiana de “o homem é o lobo do homem”) e que deixaríamos de sofrer se mudássemos (“desconstruir a masculinidade”).

Saber identificar com que tipo de feminista estamos lidando nos poupará muita perda de tempo. Quando perceber que a feminista é do tipo ESTÚPIDA, nem perca seu tempo debatendo com ela. Até mesmo porque a mesma não representa ameaça alguma e só entrou nessa de feminismo por birra e falta de umas cintadas quando criança.

A pseudointelectual serve como “saco de pancada”. Você pode treinar sua retórica com elas, já que costuma ser bem fraquinhas e só aparentam ter alguma força. Tem até algumas que depois de umas “surras” ficam mais boazinhas e até ficam amigas da gente.

A intelectual dificilmente irá descer do seu pedestal para vir debater com “fakes” pela internet. Para ela, somente doutores que estudam “relações de gênero” estão aptos a discutir sobre Feminismo. Os demais são pobres criaturas inferiores. Estas se resumem a escrever artigos que quase ninguém lê e publicam trabalhos apresentados em congressos feministas do mundo todo.

Enquanto isso, continuemos postando nossos trabalhos denunciado a farsa e insuflando nos homens um pouco do orgulho de outrora que tinham nossos antepassados.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Sou homofóbico!






De uns tempos pra cá, a palavra HOMOFOBIA vem se tornando cada vez mais popular nos discursos de líderes GLBT (viados), feminazis e políticos simpatizantes.

Eles definem “homofobia” como ódio ou aversão aos homossexuais; mas, na prática, qualquer um que não veja beleza no ato homossexual já é considerado “homofóbico.” Queriam lançar aquele material absurdo que eles chamaram de “Kit Anti-homofoabia” (Kit Gay) que seria usado para crianças pequenas, ensinando-as que ser homossexual é a coisa mais natural do mundo e que elas tem o livre arbítrio de escolher sua orientação sexual.

Isso é coisa que se mostra para crianças? Se a criança deve ser livre para escolher que caminho seguir, para quê obriga-las a freqüentar a escola? Não precisam de ninguém para “doutrina-las”, não é mesmo? Vamos soltá-las como animais no meio do mato e esperar que sobrevivam até a puberdade, aí podemos ensinar alguma coisa, como faziam os espartanos.

O Deputado Jair Bolsonaro é o político de maior expressão atualmente nesta luta contra a ditadura gay. Não é por menos, um dos homens mais perseguidos e odiados (injustamente, claro) neste país. A verdade é que grande parte da mídia (muito feminista, por sinal) e dos nossos políticos (esquerda no poder) estão fazendo de tudo para desmoralizar este homem honrado que dá a cara pra bater e não tem medo de cara feia (de “mocréia” mal comida).

A questão aqui não é a guerra contra os homossexuais, a pessoa que leva uma vida homossexual, mas o movimento GLBT e sua reivindicações absurdas. Ninguém aqui apóia a violência contra pessoas por sua orientação sexual, somos humanos civilizados. Violência somente quando se é necessário para defender nossa integridade física.

Não gosto do homossexualismo (1), acho nojento e sujo. A cegueira é ruim, não o cego. A pobreza é ruim, não o pobre. O câncer é um mal, não seu portador. É a mesma coisa quando falamos do homossexualismo, que consideramos um defeito, um desvio de sexualidade. Assim como a pedofilia, a zoofilia e a necrofilia são distúrbios, o homossexualismo também o é.

Qual é a diferença entre “gostar” (2) de crianças, animais e pessoas do mesmo sexo? Todos estas práticas são estéreis e, de certa maneira, violentas. Ou vai me dizer que a prática diária do sexo anal não traz sérias conseqüências para o “doador”?

Essa bicharada é tão ridícula que agora tacha qualquer um que se sinta incomodado com qualquer atitude gay de HOMOFÓBICO. Até o simples ato de se recusar em “ficar” com uma mulher depois de descobrir que ela é um transexual, te chamam de homofóbico. Se você se recusa em ter qualquer tipo de relacionamento íntimo com um ser que não seja do sexo oposto naturalmente, te chamam de homofóbico.

Dizer verdades é considerada homofobia. Gays e bissexuais formam grupo de risco. Apesar de estar muito claro que os gays TENDEM a ser mais promíscuos (Luiz Mott e Ronaldo Esper assumem que já deram para CENTENAS de homens cada). A maioria dos famosos que morreram de AIDS eram gays ou bissexuais. Existe uma “brincadeira” (muito nojenta, por sinal) entre alguns homossexuais que é o BAREBACK. Resumindo: transar sem camisinha pelo risco de pegar AIDS. Doentio.

Mesmo que você seja amigo de todos os gays do mundo, militante do feminismo, defensor de todos os direitos e regalias dos gays, basta sugerir uma mínima alteração no PL122 para que as bichas fiquem doidas, apontem o dedo na sua cara e digam: “Sai daqui, seu homofóbico-machista-opressooooooorrrrrr!”

O movimento gay está fazendo com que muitas pessoas que nunca tiveram nada contra os homossexuais comecem a tomar bronca, levando muitos ao ódio e a vontade de partir para a agressão física.

Por muitos anos, eu sempre fui muito tolerante com os gays. Depois que passei a estudar o feminismo e ver a ligação entre o movimento gay e o feminista, comecei a antipatizar com os homossexuais. Tenho colegas de faculdade e professores gays, respeito todos e evito falar nestes assuntos perto deles para não ofendê-los. Não escondo de ninguém minhas idéias, todos sabem como penso, apenas evito ser grosseiro. Também defendo que nem todo gay apóia essa pouca vergonha de PL122. Muito gay sabe que a maioria das pessoas não se sentiriam bem em ver dois homens se beijando na rua e aceitam que suas intimidades devem ser trocadas em lugares reservados e não na frente de todos. Estes eu respeito.

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1 – A palavra homossexualismo não é mais usad por ser considerada pejorativa, já que o sufixo –ismo remete à idéia doença (segundo os “entendidos”). O termo politicamente correto adotado é homossexualidade. Porém, como não sou politicamente correto, continuo usando o termo “homossexualismo” na maior parte das vezes por opção e não por ignorância.

2 – Coloquei a palavra GOSTAR entre aspas para que fique claro o sentido sexual no texto. Sabe como é, tem muita gente burra que é capaz de ler isso e depois vir me encher o saco. Prefiro deixar tudo bem explicado para não abrir espaços pra esses malas.

domingo, 17 de julho de 2011

Quem é o dono da Verdade? (parte 2)



A expressão “meter a real” tá fortemente ligada a uma postura arrogante e intolerante. É aquele que detém o conhecimento supremo sobre os não iluminados (matrixianos). Os Guerreiros da Real são ex-matrixianos que um dia encontraram a luz (leram N.A., participaram de alguma comunidade “da real” ou se tornaram seguidores de algum “profeta da real” e agora espalham A REAL pelo mundo).

A arrogância é um sentimento ruim na maioria das vezes. Às vezes sou arrogante, mas jamais com os meus amigos, com aqueles que me consideram e me tratam com respeito. Mas tem momentos em que devo ser arrogante e mostrar quem sou, pois parece que alguns ainda não me conhecem. De vez em quando, numa comunidades dessas, vem um membro da “real” me encher o saco e me dar lição de moral. Vem me criticar sem me conhecer, sem nunce ter tido uma única conversa comigo pelo MSN ou e-mail, e logo vem ditando como devo viver minha vida, me considerando um necessitado de ajuda, preso num mundo ilusório, cego pela ignorância e paixão. Falam que estão aconselhando, porém conselho você dá a aqueles que você conhece. Quando você se preocupa, tenta conhecer seus problemas e, só assim, você diz de maneira construtiva o que ele PODE (e não DEVE) fazer. Chegar para quem você não conhece e ditar o que ele deve fazer, chamando-o de ignorante (direta ou indiretamente) não é conselho, no máximo é um palpite. Dar palpite é algo tipicamente feminino.



O conceito de “real” está estritamente ligado com “matrix”. Só conhece a real quem saiu da matrix, isto é, o mundo das ilusões e veio para o mundo REAL. É aquele que preferiu a pílula vermelha à azul e agora é um guerreiro que está acima das demias pessoas por deter um conhecimento que poucos estão praparados para ter.

A arrogância não para por aí. Ao classificar como matrixiano todo homem que se relaciona com mulheres de maneira adulta e sadia, estão alegando que os únicos a machos viris da História da Humanidade são eles. Desde que o Homem começou a escrever suas primeiras narrativas (mais de 5 mil anos), o tema “amor” sempre esteve ligado fortemente na literatura, incluindo histórias de guerreiros e heróis mitologicos: Hércules, Odisseu, Ares, Zeus, Odin, Perseu, Teseu, Rodrigo “El Cid”, Rei Arthur, Lancelot, Siegfried, todos estes homens se envolveram com mulheres e alguns tiveram problemas por causa delas, será que todos estes eram matrixianos desonrados? Estes mitos refletem o povo de sua época e seus pensamentos. A Idade Média criou a figura do cavaleiro gentil, o que arriscava sua vida para salvar uma dama de valor inestimável e no final, este era recompensado com todo o seu amor e fidelidade. Sim, concordo que é uma ilusão acreditar neste amor idealizado e na figura feminina com tantas virtudes, principalmente nos dias de hoje. O problema está em ridiculzarizar, detonar todos os homens que buscam manter um relacionamento. Esta é o radicalismo pregado por alguns, que passaram da fase do Marriage Strike (Greve de Casamento) para o Relationship Strike (Greve de Relacionamento/Namoro).

Se eu tivesse que classificar alguém como matrixiano, eu também incluiria estes que acrditam que existe uma conspiração feminina para acabar com todos os homens. Não é exatamemte estar num mundo de ilusão, mas estar num tipo de cegueira ou com visão limitada, como a daqueles pobres cavalos que só conseguem enxergar alguns metros à sua frente. Mas prefiro não ficar nesta troca de “Quem é o iludido.”, até mesmo porque nunca chegaremos a um consenso.

Acreditar que são os salvadores do mundo, que descobriram algo que ninguém ainda não havia descoberto (A Real) e querer impor isso a todo mundo é de uma presunção tão grande quanto a que as feminazis tem. Por isso, a “real” não me representa. Eu sou um antifeminista, machista esclarescido. Eu luto contra este movimento político e ideológico (como se existisse movimento político que não fosse ideológico...) feito por mulheres desajustadas e apoiada por homens de caráter fraco e covardes. Minha luta contra o feminismo consiste no resgate dos antigos valores familiares, da masculinidade e feminilidade tradicionais. Eu acredito que ainda é possível ter uma família tradicional, mas sei também que nada será como antes e entendo que tenho de fazer pequenas concessões. Não acredito no casamento como a busca da felicidade, mas como a base para a criação de uma família. Não defendo outra forma de família que não seja a formada por um casal (um par formado por um macho e uma fêmea, ambos adultos e da mesma espécie, com o consetimento mútuo) devidamente casado e vivendo hamonicamente em seus respectivos lugares, ajudando-se mutuamente. Quem defende filho fora do casamento não pode ser considerado honrado.

Assim como repudio as feministas por sua presunção de se acharem donas da verdade e criticarem todas suas antepassadas ao chamarem-nas de “preguiçosas e parasitas” (porque estas não “trabalhavam”, só ficavam em casa cuidando de criança) e por achar que nós, homens, devemos mudar hábitos seculares somente porque elas acham que estamos errados, eu não vou compactuar com sujeitos que pensam ser os “Paladinos de uma Nova Era”. Descobriram a Real e agora saem por aí, tentando convencer todos os homens a largarem suas namoradas e esposas, mesmo que até então estes não tivessem nada a reclamar sobre elas. Assim como as feminazis conhecem todos os homens e alegam que nenhum presta e todos são opressores por natureza, os paladinos da real conhecem todas as mulheres. Não precisa conhecer mais nenhuma, nenhuma presta, todas são interesseiras e aproveitadoras por natureza. A mulher que não adere ao feminismo é uma traidora. O homem que não aceita a real é um alienado, um matrixiano que talvez jamais saia da fase de negação (ele negará até a morte a Verdade pregada pelos paladinos da real).

Para concluir, quero deixar claro que a minha crítica vai aos extremistas.


Existem muitos caras legais, inteligentes e que respeito muito que se autodenominam “guerreiros da real”. O problema não é ser anti-casamento, anti-namoro, mas é a presunção de se achar superior aos que pensam de modo diferente. É tomar seu conhecimento como o único caminho para a Evolução e denegrir a memória de seus antepassados. É achar que aquele seu colega de comunidade é um otário por ele manter um relacionamento com uma mulher que lha faz bem. O Marriage e o Relationship Strike devem ser opcionais, dentro daquilo que cada um escolheu para si. Cada um de nós tem suas necessidades e motivos para querer se relacionar ou não. Assim como sou a favor do casamento, entendo aqueles que não pretendem se casar. Um homem ou uma mulher podem ser felizes sem casar e constituirem família? Quem sabe? Talvez seja menos comum, mas podem; porém, eu ainda acredito que a família é a coisa mais importante que existe, tanto para o homem quanto para a mulher. Quando jovens, nossa família são nossos pais e irmãos. Mas com a idade, perdemos nossos pais, nossos irmãos constituem suas próprias famílias e nós viramos apenas parentes. Querer formar família para não envelhecer só não é covardia, mas bom senso. Covardia é deixar de se relacionar com mulher por medo de se apaixonar por uma vagabunda.

Se o sujeito conhece a “real”, então ele não precisa temer, já que ele saberá distinguir muito bem as intertesseiras das que não são. Aceitar que toda mulher é vadia, é aceitar que a própria mãe também o é. Alegar que no tempo de nossas mães existiam boas moças e que hoje não existem mais, mostra uma ignorância tremenda. A revolução feminista tem mais de 40 anos. Nossa mães (de 90% de nós, pelo menos) era criança nesta época ou nasceu depois, portanto, sob um mundo de mulheres “modernas e livres”. Como podem existir tanta vagabunda hoje, mesmo tendo sido criadas pelas mulheres decentes de outrora? Ou será que a educação de casa não conta? Isso tudo deve ser analisado, cada caso é um caso e não adianta, temos que levar em conta muitas exceções. Definir se a vagabundagem feminina é natural ou fruto de uma educação feminista é uma delas.

Quero deixar claro com este artigo a minha posição em relação a certas coisas. Sou contra o Feminismo, jamais contra o sexo feminino. Acredito na existência de homens e mulheres honrados, mas sei que estes são EXCEÇÃO. Sou contra ideologias totalitárias, baseadas na raiva e não na racionalidade. Sou a favor da família tradicional, do Estado forte, mas que respita as liberdades individuais, da religião como orientadora na vida dos cidadãos, do resgate de antigos valores masculinos e na sua valorização. Defendo a valorização das mulheres de bem, da sua história de apoio, amor, carinho, dedicação aos homens que fizerem deste mundo um mundo melhor. Meu blog é, sim, um blog masculinista (no sentido empregado atualmente, o de valorização do homem tradicional e antifeminista) e que também trata de relacionamento e lados obscuros (porque não dá para falar só de um lado sem falar o do outro), porém, pouco reconhecido por não “meter real”. Mas ainda prefiro continuar assim, não mudarei minha postura para conseguir meia dúzia de “seguidores” que, na maioria das vezes, são moleques revoltados e coroas misóginos. Eu ainda prezo mais qualidade do que números.